Há coisas inerentemente belas,
Em pessoas e em lugares,
Pelo trilho e pelo caminho,
Nas pessoas e nos lugares,
Observo que o que é belo,
É imutavelmente florido,
Como sentimentos em flores,
Floreando-se em ascensão,
Flores que são sentidas, bonitas.
Inspira-me tanto a sua beleza,
E quando insuflado por essa brisa,
O mundo perde seus nomes,
Porém ganha novas cores,
E eu caminho por seus sítios,
Pela beleza inspirada em mim,
Tento inspirá-la ao caminho em si.
O nosso caminho trilhado é outro,
E apenas deve ser trilhado,
Pelo acto de deixar pegadas,
Logo, eu trilho-o, por ele ser ele próprio,
O resto não o é a na sua proporção mais simples,
Logo aceito que essa não pode ser a proporção certa.
sábado, 26 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Não se é especial
Não se é especial,
Pelo menos pelo que se é,
Mas quando se faz,
Traz-se quem se é para aqui,
E quando se é no aqui, é-se,
E isso é absolutamente especial.
Pelo menos pelo que se é,
Mas quando se faz,
Traz-se quem se é para aqui,
E quando se é no aqui, é-se,
E isso é absolutamente especial.
domingo, 6 de novembro de 2011
Têm havido dias
Têm havido dias,
E na passagem deles,
A ausência da sua contagem,
Tem sido a inexistência de planos,
Sinónimos de anedotas para Deus,
E eles têm fluído intemporalmente,
Não marcados cronologicamente,
Mas sentidos e contidos dentro,
Por cada latejar, por cada pestanejar,
O Mundo vai acontecendo livre,
Mesmo na sua ausência.
E na passagem deles,
A ausência da sua contagem,
Tem sido a inexistência de planos,
Sinónimos de anedotas para Deus,
E eles têm fluído intemporalmente,
Não marcados cronologicamente,
Mas sentidos e contidos dentro,
Por cada latejar, por cada pestanejar,
O Mundo vai acontecendo livre,
Mesmo na sua ausência.
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