Sou tudo, tudo!
Sem nunca passar pela hipótese,
Pela possibilidade,
De tudo tenho sede
De tudo tenho necessidade,
Daí os voos desmedidos
Serem à proporção do olhar que os tem visto,
Portanto ora insisto, ora procrastino…
Mas sendo sempre tudo
Sem nunca passar pela hipótese
E de tudo o que vejo,
De tudo o que toco,
De todos que beijo,
Nada retenho…
Pois nada é meu para reter
Porém... porém todos ainda trago.