sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

E se eu afirmasse que somos irmãos das estrelas

E se eu afirmasse que somos irmãos das estrelas
E reiterasse que és tão importante quanto elas?
Que trazes o sabor do vento nesse olhar atento
E as cores invisíveis nesse aparente casual intento
De simplesmente ser nessa singular voz
Que é tão grande ou maior do que todos nós
Que respira e resfolga em cada breve passada
Que é para além do que é sendo o tudo e o nada
E se te dissesse que estás aqui para brilhar
Nesse sorriso bonito ou mesmo no belo lacrimar,
E se te dissesse que és fruto além da Luz e das Trevas
De que para ser não basta bastar mas acreditar e ser nelas
Pelo caminho que perfaz divino o meio ou o menor humano
Que é o seu próprio caminho e que o casual não é engano?
E... E se eu afirmasse que somos todos irmãos das estrelas
E reiterasse que és tão ou mais importante do que todas elas?