Hoje acordei
(pois ontem adormeci)
e apeteceu-me,
Apeteceu-me contar coisas bonitas,
Então comecei a contar ovelhas,
Mas não conto qualquer uma,
Pois nem todas as ovelhas são dignas,
De serem contadas por mim.
Admito, algumas são-me indiferentes,
Apenas conto as ovelhas
Que surgem de queixo para cima,
Aquelas que estão a olhar transfixas para o Céu,
A contar as estrelas, a chamá-las de Amigas.
Sim! É bom saber quantos amigos
Realmente temos.
E adormeci leve e morno nesta contagem,
Com um sorriso só proporcionável,
Por ver nos olhos das Ovelhas,
Todas as estrelas do Céu.
domingo, 26 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Apaixonei-me por uma andorinha,
Apaixonei-me por uma andorinha,
Mas que inconsciente sou,
Esqueci-me do que trago na algibeira
E aguardei enquanto as estações passaram…
E aguardei ao sol, à chuva e ao frio,
Alturas houve em que me senti engripado,
Aguardei e nesse bocadinho de tempo,
Pouco ou nada brinquei de tão séria
A espera esperançada se havia tornado.
Enfim lembrei-me de que as andorinhas,
Apesar de charmosas e tão bonitas,
Estendem suas asas e alcançam
Apenas o transitório, o finito,
Não são certas, elas querem é voar,
Elas aprenderam a voar pelo mundo,
Elas precisam de voar!...
Eu não voo por aprendizagem,
Eu voo pois nasci assim e assim vim cá ter.
Não sou colibri por escolha,
Não sou colibri de todo,
Mas quando ele estende suas asas,
Eu esvoaço de colibri,
E então sim, voo por aí.
Mas que inconsciente sou,
Esqueci-me do que trago na algibeira
E aguardei enquanto as estações passaram…
E aguardei ao sol, à chuva e ao frio,
Alturas houve em que me senti engripado,
Aguardei e nesse bocadinho de tempo,
Pouco ou nada brinquei de tão séria
A espera esperançada se havia tornado.
Enfim lembrei-me de que as andorinhas,
Apesar de charmosas e tão bonitas,
Estendem suas asas e alcançam
Apenas o transitório, o finito,
Não são certas, elas querem é voar,
Elas aprenderam a voar pelo mundo,
Elas precisam de voar!...
Eu não voo por aprendizagem,
Eu voo pois nasci assim e assim vim cá ter.
Não sou colibri por escolha,
Não sou colibri de todo,
Mas quando ele estende suas asas,
Eu esvoaço de colibri,
E então sim, voo por aí.
Singularidade do Ponto Zero no Pluralizado Pt. II
(mas que nome mais complicado)
E um dia…
Um dia soalheiro,
(pois eu gosto de dias soalheiros,
Apesar de também gostar de noites chuvosas)
Com as estrelas brilhando briosas e radiantes,
No céu delicado e intermitente,
Reflectindo o Singular,
Seremos Mar - O Mar.
(O a Mar)
Todas as mais ínfimas
Gotículas,
Enfim ligadas,
Fluindo em uníssono,
Num dos mais esbeltos Uns,
Como todos os uns deveriam Ser:
Belos.
E um dia…
Um dia soalheiro,
(pois eu gosto de dias soalheiros,
Apesar de também gostar de noites chuvosas)
Com as estrelas brilhando briosas e radiantes,
No céu delicado e intermitente,
Reflectindo o Singular,
Seremos Mar - O Mar.
(O a Mar)
Todas as mais ínfimas
Gotículas,
Enfim ligadas,
Fluindo em uníssono,
Num dos mais esbeltos Uns,
Como todos os uns deveriam Ser:
Belos.
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